domingo, 16 de fevereiro de 2014

Tema:

Submissão e Obediência a Pastores e Lideres; por Matthew Henry

O Dr. Matthew Henry Comentando sobre submissão e obediência a pastores e lideres; baseado em Hebreus 13.17 

(1) A obrigação  de lhes obedecer e de se submeterem a eles. 

Aqui não são requeridas uma obediência irrestrita ou uma submissão absoluta, mas só na medida em que são apropriadas a mente e a vontade de Deus reveladas na sua Palavra; e, mesmo assim, e verdadeira obediência e submissão, e isso não somente a Deus, mas a autoridade do oficio ministerial, que procede de Deus tão certamente, em todas as coisas pertencendo a esse oficio, como também a autoridade dos pais e dos magistrados civis nas coisas de sua esfera.

Os cristãos precisam se submeter a serem instruídos por seus ministros, e não se acharem sábios demais, bons demais, ou grandes demais, para aprender deles. E, quando acharem que as instruções ministeriais são concordantes com a palavra escrita, devem obedecer-lhes.

(2) Os motivos para essa obrigação.

[1] Eles tem o governo sobre o povo; o seu oficio, embora não magistral, mesmo assim é de verdadeira autoridade. Eles não tem autoridade alguma para oprimir o povo, mas para conduzi-los nos caminhos de Deus, ao informa-los e instruí-los, explicando-lhes a palavra de Deus, e ao aplica-la aos diversos casos. Eles não devem fazer leis por si mesmos, mas devem interpretar as leis de Deus; nem deve ser a sua interpretação recebida imediatamente sem analise, mas as pessoas devem examinar as Escrituras, e, na medida em que as instruções do seu ministro estiverem de acordo com essa regra, devem recebê-las, “...não como palavra de homens, mas (segundo e, na verdade) como palavra de Deus, a qual também opera nos que creram”.

[2] Eles velam pela alma das pessoas, não para pegá-la em armadilha, mas para salvá-la; para ganhá-la, não para si mesmos, mas para Cristo; para edifica-la em conhecimento, fé e santidade. Eles devem vigiar acerca de tudo que pode ser prejudicial a alma dos homens, e lhes dar advertência de erros perigosos, das artimanhas de Satanás, de juízos que se aproximam; eles devem vigiar por todas as oportunidades para ajudar a alma dos homens a progredir no caminho para o céu.

[3] Eles precisam prestar contas de como cumpriram a sua obrigação, e o que aconteceu com as almas que lhes foram confiadas, se alguma se perdeu devido a sua negligencia, e se algumas foram trazidas e edificadas sob o seu ministério.

[4] Eles terão alegria em dar um bom relatório de si mesmos e dos seus ouvintes. Se então puderem dar um relatório da sua própria fidelidade e sucesso, será um dia feliz para eles; aquelas almas que se converteram e foram confirmadas sob o seu ministério serão a sua alegria e sua gloria no dia do Senhor Jesus.

[5] Se eles derem o seu relatório com tristeza, será para prejuízo do povo e deles. E do interesse dos ouvintes que o relatório dos seus ministros acerca deles seja dado com alegria, e não com tristeza. Se ministros fieis não forem bem-sucedidos, a tristeza será deles, mas o prejuízo será das pessoas. Os ministros fieis empenharam sua própria alma, mas o sangue e a ruína de um povo infrutífero e infiel estarão sobre a própria cabeça do povo.

Fonte: Comentário Bíblico, Mathew Henrry

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